domingo, 16 de abril de 2017

As HQs dos Trapalhões


Matéria de capa do jornal "Diário do Grande ABC".

sexta-feira, 14 de abril de 2017

terça-feira, 11 de abril de 2017

A Bruxa do Chocolate


"Rap da Bruxa do Chocolate". Letra e vocal: Zuzu Leiva. Produção musical e arranjos: Paulo Bira. Videoclipe: Ricardo Botini. Ilustração coelha: Guilherme Resende. Inspirado no livro "A Bruxa do Chocolate", de Rafael Spaca com desenhos de João Spacca. Editora Laços.



terça-feira, 4 de abril de 2017

sábado, 1 de abril de 2017

Os Trapalhões: a série


Hercilia Cardillo, editora de som de filmes como "Atrapalhando a Suate"; "O Trapalhão na Arca de Noé", "A Filha dos Trapalhões" e "Os Trapalhões e o Rei do Futebol" é a terceira convidada da série "O Cinema dos Trapalhões, por quem fez e por quem viu". A série é uma parceria da TV Cidade com a Editora Laços. Confira: https://www.youtube.com/watch?v=xlaZj1nes_s

Os Trapalhões: Benício


BENÍCIO
Cartazista, ilustrador


Como surgiu o primeiro convite para trabalhar com Os Trapalhões? Eles já tinham referência do seu trabalho. Por isso, o contato?
Surgiu devido ao meu trabalho com cartazes de cinema já estar consolidado.

Seu trabalho tem uma característica sensual muito forte. O senhor retratou grandes mulheres do cinema nacional em imagens definitivas que hoje se tornaram clássicas. Como é desenvolver cartazes para o público do cinema infantil? Quais as preocupações que se deve tomar, especialmente nos filmes dos Trapalhões?
Focar a ilustração mais para o lado da ação e evitar o erotismo.

Os Trapalhões fizeram mais de quarenta filmes. Destes, qual é o cartaz que considera o mais genial e o que menos gostou?
O que eu mais aprecio é de O Cinderelo Trapalhão. O de A Princesa Xuxa e Os Trapalhões não aprecio tanto, por ter havido interferência no meu trabalho.

Essa interferência foi da Xuxa?
A interferência foi administrativa. A Xuxa tinha um contrato cuja uma das cláusulas era que só podia ser ilustrada por um profissional determinado por ela.

A história que se conta – e só o senhor pode confirmar – é que o único Trapalhão que dava “pitaco” no seu trabalho era o Dedé Santana, pedindo, entre outras coisas, para deixá-lo mais bonito do que ele realmente era. Isso procede?
Ele não dava “pitaco”. Apenas sugeria que eu o deixasse mais bonito.

Neste mês de janeiro de 2015, Renato Aragão foi perguntado pela revista Playboy se mudaria algo em seus filmes se assim pudesse ser feito. E ele disse: “Eu mudaria, sim. Antigamente, nas fotos de cartaz, botávamos os heróis, os quatro Trapalhões, de revólver na mão. Hoje, eu nunca colocaria uma arma na mão dos heróis. Isso não pode jamais.” Gostaria que comentasse essa declaração dele.
Não me lembro de ter enfatizado em minhas ilustrações armas de fogo nas mãos dos Trapalhões.

O que significou em sua trajetória artística essa parceria com Os Trapalhões?
Grande parte do sucesso do meu trabalho devo aos Trapalhões.